Para Leitura e trabalho do ensino 3° anos do Ensino Médio( Mídia: Comunicação Contemporânea.)
Marshall McLuhan
Criador da idéia de "aldeia global" trouxe para a educação novo enfoque, baseado em suas teorias sobre comunicação. "Uma rede mundial de ordenadores tornará acessível, em alguns minutos, todo o tipo de informação aos estudantes do mundo inteiro". Em tempos de internet, essa frase é óbvia. Quando foi dita, há 25 anos atrás, parecia extraída de um livro de ficção. O autor, um canadense chamado Marshall McLuhan, foi chamado de sonhador a louco, conforme a simpatia que suas idéias provocavam.
Em1964, McLuhan publicou um livro chamado Understanding Media, que, em português ganhou o título de Os meios de comunicação como extensões do homem. Ao publicá-lo, talvez não imaginasse que estava lançando um dos clássicos da comunicação – mais discutido do que lido, mais desprezado do que estudado.
A grande novidade do autor em relação à educação é o enfoque, baseado em suas teorias sobre comunicação – mais uma vez, adiantando-se à criação de um campo de estudos, Comunicação e Educação, que só seria explorado na década dos 90.
"Em nossas cidades, a maior parte da aprendizagem ocorre fora da sala de aula. A quantidade de informações transmitidas pela imprensa excede, de longe, a quantidade de informações transmitidas pela instrução e textos escolares", explica McLuhan, em seu livro Revolução na Comunicação.
McLuhan propõe que, até o surgimento da televisão, vivíamos na "galáxia de Gutemberg" onde todo o conhecimento era visto apenas em sua dimensão visual. Sua idéia é simples: antigamente, o conhecimento era transmitido oralmente, por lendas, histórias e tradições. Quando Gutemberg inventou a imprensa, permitiu que o conhecimento fosse mais difundido. Mas, por outro lado, reduziu a comunicação a um único aspecto, o escrito. "Antes da imprensa, o jovem aprendia ouvindo, observando, fazendo. A aprendizagem tinha lugar fora da aula", explica o autor.
Lauro de Oliveira Lima, um dos maiores especialistas brasileiros em Jean Piaget mostra, em Mutações em Educação Segundo McLuhan, que "o professor brasileiro não atingiu sequer a utilização do livro. Comporta-se ainda como o 'lector' medieval que recitava papiros e pergaminhos para uma platéia analfabeta".
Crítico feroz da escola tradicional, o autor canadense aponta os defeitos do sistema atual, que, segundo ele, prefere criticar a mídia, em vez de utilizá-la como aliada na educação. "Poucos estudantes conseguem adquirir proficiência na análise de um jornal. Ainda menos têm capacidade para discutir com inteligência um filme." Irônico, afirma que "a educação escolar tradicional dispõe de um impressionante acervo de meios próprios para suscitar em nós o desgosto por qualquer atividade humana, por mais atraente que seja na partida".
Um erro, em sua concepção, é a orientação da escola com vistas exclusivas ao mercado de trabalho. "A educação era, até agora, uma tarefa relativamente simples: bastava descobrir as necessidades da máquina social e depois recrutar e formar o pessoal que a elas correspondesse", explica o autor no livro de Oliveira Lima.
Mais do que a matéria extraída de livros, afirma McLuhan, o ponto de partida para a educação é a vontade do aluno em aprender. "Onde o interesse do estudante já estiver focalizado, aí se encontra o ponto natural de elucidação de seus problemas e interesses", completa. "A educação escolar tradicional suscita em nós o desgosto por qualquer atividade humana"
Um de seus mais famosos conceitos é o de "aldeia global". Em seu livro O meio é a massagem afirma que "a nova interdependência eletrônica cria o mundo à imagem de uma aldeia global". Quando ele falou isso, a coisa mais parecida com internet que existia eram as redes de computadores militares norte-americanas. Computador pessoal era apenas um sonho, distante.
A evolução tecnológica deixa, aqui, de ser mera coadjuvante na vida social: o que é dito é condicionado pela maneira como se diz. O próprio meio passou a ser a principal atração, a informação. Muitas das páginas que estão na internet, por exemplo, poderiam ser livros ou revistas, mas, segundo McLuhan, tornam-se interessantes justamente por que estão em um novo meio de comunicação.
Isso não significa, é claro, ser passivo diante da mídia. "A tarefa educativa não é fornecer, unicamente, os instrumentos básicos da percepção, mas também desenvolver a capacidade de julgamento e discriminação através da experiência social corrente", diz o autor.
Uma das mais curiosas idéias de McLuhan é a de que "os meios de comunicação são extensões do homem". Assim como se usa uma pinça para aumentar a precisão das mãos e uma chave de fenda para girar um parafuso, os meios de comunicação seriam, na verdade, extensões dos sentidos do homem. Os óculos, por exemplo, são extensões do olho, a roupa é uma extensão da pele, a roda do carro é uma extensão do pé. Com a internet, não deixa de ser curioso se falar em "relações virtuais", como se as máquinas fossem realmente capazes de sentir e pensar pelos seus operadores.
Muito antes de alguém falar em "aspectos lúdicos da educação", McLuhan já dizia que o estudo deveria ser uma atividade divertida. A escola, para ele, ainda não tinha percebido essa realidade óbvia. E completa: "É ilusório supor que existe qualquer diferença básica entre entretenimento e educação. Sempre foi verdade que tudo o que agrada ensina mais eficazmente".
O pajé da aldeia global
Herbert Marshall McLuhan nasceu em 1911, no Canadá. Formado pela Universidade de Manitoba, lecionou em diversas faculdades de seu país até conseguir o Ph.D. em Cambridge, em 1942. Tornou-se professor titular de literatura na Universidade de Toronto em 1952, cargo que exerceu durante toda a sua vida. Autor de inúmeros artigos para revistas científicas, tornou-se mundialmente famoso em 1964 ao publicar Understanding Media, onde expunha suas teses sobre a tecnologia e o conhecimento. Acumulando prêmios, defensores e inimigos, McLuhan publicou outros livros divulgando suas idéias, mantendo sempre a linha polêmica até sua morte, em 1980.
O profeta da eletrônica deixou muitos livros e artigos; a maioria esgotados no Brasil, alguns facilmente encontrados em sebos
Os meios de comunicação como extensões do homem (Cultrix) A Galáxia de Gutemberg (Cultrix) Revolução na Comunicação, (Jorge Zahar) O meio é a massagem, (Record)
Sobre o autor: Mutações em Educação segundo McLuhan (Vozes)
Fonte: Revista Educação (nº 46, 10/2001)
Maria Isabel Moura Nascimento. GT: Campos Gerais-PR-Universidade Estadual de Ponta Grossa-UEPG
CULTURA
Conheça as diferenças entre patrimônios materiais e imateriais
Valor cultural
Bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes; já os materiais são os palpáveis, como o arqueológico e o paisagístico
por Portal BrasilPublicado: 31/10/2009 15h38Última modificação: 30/06/2014 15h00
Breno Laprovitera/Embratur
Bonecos gigantes do carnaval de Olinda (PE) são Patrimônio Imaterial
O Patrimônio Cultural pode ser definido como um bem (ou bens) de natureza material e imaterial considerado importante para a identidade da sociedade brasileira.
Segundo artigo 216 da Constituição Federal, configuram patrimônio "as formas de expressão; os modos de criar; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; além de conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico."
No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é responsável por promover e coordenar o processo de preservação e valorização do Patrimônio Cultural Brasileiro, em suas dimensões material e imaterial.
Os bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes, às habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas. Desta forma podem ser considerados bens imateriais: conhecimentos enraizados no cotidiano das comunidades; manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas; rituais e festas que marcam a vivência coletiva da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social; além de mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais.
Na lista de bens imateriais brasileiros estão a festa do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, a Feira de Caruaru, o Frevo, a capoeira, o modo artesanal de fazer Queijo de Minas e as matrizes do Samba no Rio de Janeiro.
O patrimônio material é formado por um conjunto de bens culturais classificados segundo sua natureza: arqueológico, paisagístico e etnográfico; histórico; belas artes; e das artes aplicadas. Eles estão divididos em bens imóveis – núcleos urbanos, sítios arqueológicos e paisagísticos e bens individuais – e móveis – coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos.
Entre os bens materiais brasileiros estão os conjuntos arquitetônicos de cidades como Ouro Preto (MG), Paraty (RJ), Olinda (PE) e São Luís (MA) ou paisagísticos, como Lençóis (BA), Serra do Curral (Belo Horizonte), Grutas do Lago Azul e de Nossa Senhora Aparecida (Bonito, MS) e o Corcovado (Rio de Janeiro).
Técnica: óleo sobre tela Data: 1974 Medida: 100 x 100 cm Comentários: ass. inf. esq. Etiqueta da exposição retrospectiva de "Tomie Ohtake", no Museu de Arte de São Paulo - MASP, 11 a 30 de Outubro de 1983. Regitrado no Instituto Tomie Ohtake sob o cód. P74-20. Reproduzido em página inteira no livro "Tomie Ohtake", de Casimiro Xavier de Mendonça, prefácio P. M. Bardi, Editora ExLibris, editado em setembro de 1983, na p. 143. Participará da exposição "Tomie Ohtake | Gesto e Razão Geométirca", Instituto Tomie Ohtake, 22 de novembro de 2013 a 02 de fevereiro de 2014.
Técnica: escultura em aço tubular monocromada com pintura automotiva Data: 1999 Medida: 300 x 100 cm Comentários: ass. na peça
Preço: Sob Consulta
BIOGRAFIA
Tomie Ohtake (Kyoto, Japão 1913 - São Paulo SP, 2015)
Pintora, gravadora, escultora.
Tomie Ohtake mudou-se para o Brasil em 1936, fixando-se em São Paulo. Em 1952, iniciou em pintura com o artista Keisuke Sugano. No ano seguinte passou a integrar o Grupo Seibi, do qual participam Manabu Mabe (1924 - 1997), Tikashi Fukushima (1920 - 2001),Flavio Shiró (1928), Tadashi Kaminagai (1899 - 1982), entre outros. Após um breve período de arte figurativa, a artista define-se pelo abstracionismo. A partir dos anos 1970 trabalhou com serigrafia, litogravura e gravura em metal. Surgem em suas obras as formas orgânicas e a sugestão de paisagens. Na década de 1980 passou a utilizar uma gama cromática mais intensa e contrastante. Dedicou-se também à escultura e realizou algumas delas para espaços públicos. Recebeu em Brasília o Prêmio Nacional de Artes Plásticas do Ministério da Cultura - Minc em 1995. Em 2000 foi criado o Instituto Tomie Ohtake em São Paulo. Tomie Ohtake morreu dia 12 de Fevereiro de 2015, em São Paulo, aos 101 anos.
Veio para o Brasil com 23 anos de idade, só para visitar um irmão. Ficaria um ano ou dois, se tanto, para em seguida voltar ao Japão, sua terra natal, o único lugar que conhecia, e onde pretendia ficar por toda vida. Durante sua estada aqui, a situação do outro lado do oceano começou ficar incerta, com nuvens negras toldando a paz mal costurada com tratados secretos entre as potências, os quais se transformaram em bombas de efeito retardado que, a qualquer momento poderiam explodir. Seu irmão impediu o quanto pode o retorno dela à pátria, esperando que os céus da Europa e da Ásia se desanuviassem. Mas, ao contrário, o furor da guerra se desencadeou com toda sua força, primeiro num pacto entre a Alemanha e a Itália, depois, - aquilo que mais se temia - com a aliança do Japão com esses dois países, formando o eixo Berlim-Roma-Tóquio. Foi assim, que Tomie Ohtake, aquela frágil nipônica, pouco mais que uma adolescente, se viu forçada a prolongar sua permanência no Brasil. A guerra acabou, Tomie casou-se aqui mesmo com um engenheiro agrônomo e, a partir de então, tomou o Brasil por sua segunda pátria, caindo, gostosamente, na cilada que o destino lhe aprontou. Se predestinação existe, Tomie, mais do que ninguém, sentiu-a em si mesma, dirigida que foi, pela vida afora, por uma força externa que lhe encaminharia os passos, abrindo as portas à sua frente e fixando-lhe os rumos.
O encontro com a pintura
Tomie Ohtake nasceu em 1913 em Quioto (Japão). Desde criança, como acontece em sua terra, tomou contato com a arte da caligrafia, indispensável para se expressar com clareza usando caracteres e ideogramas orientais. Da caligrafia ao desenho, foi um passo. Sem nada que a reprimisse, mas também sem ninguém que a incentivasse, rabiscava a todo instante, procurando figurar tudo o que estivesse ao seu redor. Se no Japão, nunca teve à sua frente um professor de pintura, no Brasil pior ainda. Casada em tenra idade, tornou-se uma dona de casa, em uma sociedade fechada, de costumes milenares, onde a mulher era submissa e limitada a um círculo restrito de amizades e de participação. Assim, sua índole artística ficou hibernando até os 31 anos, quando o acaso pôs à sua frente o professor de arte e pintor Keisuke Sugano, recém-chegado do Japão, e que se achava apenas de passagem por São Paulo. Auxiliada por ele, Tomie fez seus primeiros quadros, simples pinturas figurativas, depois, algumas paisagens com inclinação para o fauvismo e outras experiências já com a presença do cubismo. A maior parte dos quadros pintados nessa primeira fase artística perdeu-se numa das enchentes, tão comuns em certas regiões de São Paulo, e que destruiu quase tudo que possuía.
O primeiro brilho de uma estrela
Se o aprendizado com o pintor Keisuke Sugano, elementar e de curta duração, não lhe rendeu maiores dividendos, pelo menos, trouxe a vantagem de tirar Tomie do isolamento em que se encontrava. Ninguém mais lhe negava o mérito, ninguém lhe obstava os passos, podendo seguir, com relativa liberdade, o destino que lhe estava traçado. O encontro com o professor deu-se em 1951 e, desse ano, datam seus primeiros quadros, ainda tímidos e vacilantes. Dois anos depois, lá está ela participando de uma exposição do Grupo Seibi (Seibikai, em japonês), uma associação de japoneses na zona sul de São Paulo, com existência legal desde o ano de 1935 e bastante prestigiada pela colônia. O Seibikai trazia uma restrição, que era a de aceitar única e tão somente obras de artistas japoneses ou descendentes. Mas trazia, também, uma amplitude não comum em exposições, pois, ao mesmo tempo em que expunha quadros de pintores já consagrados, aceitava também obras de iniciantes. Os primeiros atraiam o público para a exposição, os outros se beneficiavam dessa presença credenciada de visitantes, entre eles jornalistas e críticos de arte japoneses, radicados no Brasil. Sua primeira aparição pôde ser suficientemente notada, recebendo do júri menção honrosa. Sua presença também foi marcante nas mostras dos anos seguintes, chegando a receber, em duas ocasiões, medalhas de ouro.
O desabrochar da arte de Tomie, em 1951, se deu com a fase figurativista, o que é perfeitamente compreensível, pela influência de seu primeiro e único professor, crítico severo de seu trabalho, condicionando-lhe, de certa maneira a fluidez do estilo. Não tardou em seguir seu caminho próprio, fazendo experiências fauvistas, cubistas e enveredando, depois, para o concretismo, e mergulhando por inteiro no abstrato, onde permaneceria definitivamente, mas sempre fiel à forma, ao desenho bem caracterizado, à aplicação das cores de uma maneira racional e organizada. Resulta dessa preocupação uma pintura agradável de ver, podendo ser apreciada e reconhecida mesmo por aqueles que torcem o nariz para o abstracionismo. Há, pois, uma fácil e completa interação entre o observador e a obra, independentemente de seus conhecimentos técnicos ou de sua familiaridade com o estilo.
A técnica assimilada com naturalidade
A naturalidade com que Tomie se aproximava da técnica, assimilando-a sem esforço nem afetação, fez dela uma artista singular, em breve notada e reverenciada nos Salões de que participou, dentro e fora do país. Em 1957, seis anos depois de começar a pintar, já realizava sua primeira individual no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Foi presença constante de exposições anuais dentro e fora do país. Em 1986, o Museu de Arte de São Paulo realizou uma retrospectiva de sua obra. Igual feito foi repetido em 1996 pela Bienal de São Paulo. Contribuiu para isso, entre outros atributos, a naturalidade e simplicidade com que sempre encarou a arte, transferindo para a tela o que lhe ia pela alma, sem concessões a modismos de curta duração e sem se curvar a imposições do mercado. A permanência indelével entre os mais bem sucedidos artístas, nessa segunda metade do Século 20, já encerrado, demonstra que sua fidelidade aos próprios conceitos, sua honestidade para consigo mesma, renderam-lhe justos dividendos. (Texto de Paulo Victorino) A pintura de Tomie Ohtake se desenvolve a partir das linguagens abstratas. Assim, da tendência informal que a caracteriza em fins dos anos 50 evolui para um abstracionismo gestual explorador da espacialidade em início dos anos 60, aventurando-se por telas de maior dimensão, pesquisando a cor e texturas com uma finura que marcaria sua contribuição. E dos inícios de 60 uma série de grande poética na qual se utiliza de fluente gestualidade com sensível redução cromática ao máximo três tons de cor quase invariavelmente. Desse período surgirá toda uma fase de sobreposição de planos em ortogonal sobre a base da tela, com o materialismo e transparência cromáticas se impondo em composições sóbrias, de caligrafia visível, já denunciando sua vocação para a manipulação de uma ampla espacialidade. A presença do geometrismo dominando forma versus fundo, sempre com um tratamento pictórico elaborado, emergirá em inícios dos anos 70, e é por essa época que se define sua predileção por suportes de superfícies quadradas de grande vastidão espacial. A curva se insinua aos poucos dominando as superfícies das telas com refinadas transparências. Aracy Amaral
Entrevista com Tomie Ohtake
Tomie Ohtake fala sobre arte e modernidade para o Jornal Jovem. Nós sabemos que a arte tem, por uma de suas metas, refletir o contexto social de sua época. Como ela se caracteriza nos tempos atuais e o que estaria refletindo sobre o mundo em que vivemos? Quem fala sobre esta relação são os críticos e historiadores de arte, pois os artistas fazem arte e a sua intuição pode levar a arte estar atrás ou na frente do contexto social. Mas em geral a arte inovadora está à frente. A arte pode funcionar como uma válvula de escape para manter uma maior equilíbrio emocional tanto daqueles que a consomem quanto dos que a produzem? Como? A arte pode ser isto, mas não obrigatoriamente, pois o desequilíbrio é muito comum e não é ruim, pode fazer a arte e a humanidade andarem para frente. A cultura de massa e o constante apelo midiático pelo consumo se vêem refletidos nas expressões artísticas contemporâneas? Como? Hoje em dia é muito comum, afinal os artistas também estão expostos a estas manifestações, mas a boa arte pode passar ao largo ou até dialogando inteligente e poeticamente com elas. Como você vê o momento cultural nos dias de hoje? A arte, em termos gerais, está empobrecendo ou mais uma vez cumpre com seu papel de refletir a sociedade? Pode haver pequenos desvios, mas a arte está sempre refletindo a sociedade, mas também é refletida pela sociedade, ao se colocar à sua frente. O que falta atualmente para incentivar mais o gosto dos jovens pelas artes? O abstracionismo no Brasil, quando eu comecei a pintar, na década de 1950, era algo incompreensível, mas agora já está absorvido com a arte de hoje, acontece algo parecido. Agora, como fazer a juventude ter mais gosto pela arte, pergunte à Stela Barbieri* que dirige a ação educativa do Instituto Tomie Ohtake, que ela sabe destas coisas difíceis. Em linhas gerais, quais as principais diferenças que a arte moderna guarda com relação tanto à clássica quanto à contemporânea? A arte clássica conversa mais com a sociedade na arte moderna a conversa é dentro da própria arte na arte contemporânea é uma conversa muito mais cerebral.
Frases de Tomie Ohtake
"Minha obra é ocidental, porém sofre grande influência japonesa, reflexo de minha formação. Esta influência está na procura da síntese: poucos elementos devem dizer muita coisa."
"Tudo o que tenho a dizer está dito em meu trabalho. Nunca planejei de modo racional as minhas formas; elas simplesmente surgiam."
"Não gosto de coisas pequenas, nem de pintar com a ponta dos dedos. Uso o corpo todo."
"O (crítico) Mario Pedrosa disse: Tomie, você não quer experimentar pintar umas telas com os olhos fechados? Fiz, e quando abri os olhos, uma imagem apareceu e não era uma forma certa."
"Foi a luz amarela daqui - me apaixonei logo ao desembarcar no porto de Santos."
"No Japão, é tudo zen. Falam zen, zen. Eu nem pensava nisso. Zen é o que você está fazendo. É o movimento de uma pessoa."
Comentário Crítico
Após breve passagem pela pintura figurativa, Tomie Ohtake define-se pelo abstracionismo. No início da década de 1960, emprega uma gama cromática reduzida, com predominância de duas ou três cores. Leva o olhar do espectador a percorrer superfícies em telas que muitas vezes lembram nebulosas. Utiliza, em algumas obras, pinceladas "rarefeitas" e tintas muito diluídas, explorando as transparências. Posteriormente, surgem em seus quadros formas coloridas, grandes retângulos, que parecem flutuar no espaço. Ao longo da década de 1960 emprega mais freqüentemente tons contrastantes. Revela afinidade com a obra do pintor Mark Rothko (1903 - 1970), na pulsação obtida em suas telas pelo uso da cor e nos refinados jogos de equilíbrio. A artista explora a expressividade da matéria pictórica, mais densa, em texturas rugosas, ou mais diluída e transparente.
Em gravura, começa trabalhando com serigrafia e litogravura, a partir dos anos 1970. Para a maioria dos críticos, esse aprendizado revitaliza sua obra pictórica. Surgem em suas telas a linha curva e as formas orgânicas. Embora de caráter abstrato, ocorre em alguns quadros a sugestão de paisagens: montanhas ou curvas de rios. Intensifica o dinamismo e a sugestão de movimento. Em obras realizadas a partir da década de 1980, emprega uma escala de cores mais quentes e contrastes cromáticos mais intensos.
Dedica-se também à escultura, e realiza, por exemplo, a Estrela do Mar (1985), colocada na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Propõe intervenções em espaços urbanos, produzindo esculturas de grandes dimensões, como as "ondas" em homenagem aos oitenta anos da imigração japonesa, instaladas na avenida 23 de Maio, em São Paulo. Em esculturas mais recentes, trabalha com tubos delgados, que estabelecem sinuosos percursos no espaço.
A artista enfatiza, em entrevistas, a importância da arte oriental, em especial a japonesa, em sua pintura, afirmando que "essa influência se verifica na procura da síntese: poucos elementos devem dizer muita coisa".1 Da tradição japonesa, Ohtake diz inspirar-se na noção de tempo do ukiyo-e (imagens do mundo que passa), arte que revela cenas de uma beleza fugaz. Pesquisa constantemente as possibilidades expressivas da pintura: as transparências, as texturas e a vibração da luz. Declara fazer uma pintura silenciosa, como a cidade em que nasceu. Em suas obras, revela um intenso diálogo entre a tradição e a contemporaneidade.
Críticas
"A cor demorou a chegar. Primeiro vieram tímidas paisagens rapidamente abandonadas por uma abstração caligráfica e um mergulho numa nebulosa de cinzas, brancos e negros. Este foi um vôo profundo e demorado. A seguir, as formas começaram a crescer. (...) Tomie já usou a superfície da tela como um campo de matéria e de texturas que se articulavam, trabalhou com nuances de sombra e a fronteira de passagens de cor. Hoje tanto pode usar delicados equilíbrios de forma como arriscar cores violentas que são contidas com pulso firme. É difícil dividir as suas telas em antes ou depois ou em fases que se sucedem, pois na realidade Tomie foi pintando numa espiral ascendente. Mesmo nas primeiras telas não era a simples paisagem que a interessava. Quando chegou às texturas e à matéria, não fazia apenas o informalismo que vinha de Paris. Se chegou a formas muito construídas, isto também não significava somente uma divisão racional dos espaços. O que sempre importou em sua obra foi a própria pintura, como uma maneira de espelhar um momento de reflexão e não simplesmente para construir imagens.
(...) é difícil para quem já viu uma tela de Tomie Ohtake deixar de reconhecer os seus outros trabalhos. Mesmo que ela tenha passado toda a vida articulando elementos muito simples e delicadas superposições de cores - como muitos outros pintores num plano internacional -, a dosagem de cores e de elementos formais há muito fixou sua identidade (...).
Tomie então consegue fazer telas com uma qualidade física - a matéria é bonita, a textura é quase tátil, os contornos das formas são fortes no espaço - para tratar de coisas impalpáveis como equilíbrio, luz e sombra, movimento - o que ela sugere com curvas vertiginosas, sombreados de algumas superfícies e a maneira de articular as composições. Elementos tão ambíguos ela soluciona com aparente simplicidade, uma infatigável aplicação no trabalho e uma satisfação silenciosa no ato de pintar". Casimiro Xavier de Mendonça MENDONÇA, Casimiro Xavier de. O jogo do espaço e da luz. In: _______. Tomie Ohtake. São Paulo: Ex Libris, Raízes, 1983. p. 27-31.
"A artista substitui a cópia ou a reprodução de temas ou situações conhecidas pela sugestão formal, aproximando-se assim da técnica de pintura japonesa em preto e branco, chamada sumi-e, uma marca do ´pattern ancestral´, criando uma pintura sóbria e de grande refinamento plástico-visual, pela perfeita utilização das técnicas e dos materiais: pincéis, espátulas, pigmentos. A pintora não parou simplesmente nos arranjos caligráficos, mas através das subdivisões e frações dos caracteres shodo, cria um rico repertório formal que acompanha a sua obra até os dias atuais. Tomie Ohtake, ´como autêntica pintora, não se satifaz com os padrões informais do Ocidente´, tão em moda na década de 50, como não aceita integralmente a reprodução da caligrafia oriental. A artista soma aspectos caligráficos ao informalismo da arte européia, ligando-se à sugestão formal, típica da pintura sumi-e para obter surpreendentes resultados tonais de harmonias monocromáticas". João J. Spinelli SPINELLI, João J. Tomie Ohtake. In: _______. Tomie Ohtake: o antigo e o novo na obra de Tomie Ohtake.1985. f. 92. Dissertação (Mestrado) - Escola de Comunicações e Arte, Universidade de São Paulo, São Paulo.
"A pintura de Tomie Ohtake se desenvolve a partir das linguagens abstratas. Assim, da tendência informal que a caracteriza em fins dos anos 50 evolui para um abstracionismo gestual explorador da espacialidade em início dos anos 60, aventurando-se por telas de maior dimensão, pesquisando a cor e texturas com uma finura que marcaria sua contribuição. E dos inícios de 60 uma série de grande poética na qual se utiliza de fluente gestualidade com sensível redução cromática - ao máximo três tons de cor quase invariavelmente. Desse período surgirá toda uma fase de sobreposição de planos em ortogonal sobre a base da tela, com o materialismo e transparência cromáticas se impondo em composições sóbrias, de caligrafia visível, já denunciando sua vocação para a manipulação de uma ampla espacialidade. A presença do geometrismo dominando forma versus fundo, sempre com um tratamento pictórico elaborado, emergirá em inícios dos anos 70, e é por essa época que se define sua predileção por suportes de superfícies quadradas de grande vastidão espacial. A curva se insinua aos poucos dominando as superfícies das telas com refinadas transparências". Aracy Amaral AMARAL, Aracy (Org.).Tomie Ohtake. In: MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO: perfil de um acervo. São Paulo: Techint Engenharia, 1988. p. 307.
Depoimentos
"Eu nunca pintei com o emocional. Sempre pintei mais friamente. É sempre colocando camada, camada, camada. Colocando muitas cores, camada, camada, até chegar onde eu quero. O gesto era bem mais calmo, caía sempre sobre a tela e seguia uma direção que era mais mental". Tomie Ohtake OHTAKE, Tomie; ARRUDA, Vitoria (Coord.). Exposição retrospectiva Tomie Ohtake. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 2000. p. 20.
Exposições Individuais
1957 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP 1959 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte das Folhas 1960 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP 1964 - São Paulo SP - Individual, na Galeria São Luís 1968 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, no Brazilian Government Trade Bureau 1968 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Cosme Velho 1968 - Washington (Estados Unidos) - Individual, na Pan American Union Gallery 1969 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie 1969 - São Paulo SP - Individual, na Associação de Amigos do MAM/SP 1970 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Aki 1971 - Mayaguëz (Porto Rico) - Individual, na Universidade Federal de Porto Rico 1972 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Cosme Velho 1974 - São Paulo SP - Pintura de Tomie Ohtake, na Galeria Arte Global 1975 - Roma (Itália) - Individual, na Galeria de Arte da Embaixada do Brasil 1976 - Milão (Itália) - Individual, no Centro Cultural Ítalo-Brasileiro 1976 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Graffiti Galeria de Arte 1976 - Washington (Estados Unidos) - Individual, no Brazilian-American Cultural Institute 1979 - São Paulo SP - Individual, na Grifo Galeria de Arte 1980 - Lima (Peru) - Individual, na Galeria 9 1983 - São Paulo SP - Tomie Ohtake: retrostectiva, no Masp 1984 - Brasília DF - Tomie Ohtake: pinturas, na Galeria Paulo Figueiredo 1985 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud 1987 - Belo Horizonte MG - Tomie Ohtake: gravura em metal, na Gesto Gráfico Galeria de Arte 1987 - Brasília DF - Tomie Ohtake: gravura em metal, no Espaço Capital Arte Contemporânea 1987 - Curitiba PR - Tomie Ohtake: gravura em metal, na Simões de Assis Galeria de Arte 1987 - Florianópolis SC - Tomie Ohtake: gravura em metal, na Casa da Alfândega 1987 - Fortaleza CE - Tomie Ohtake: gravura em metal, na Galeria Ignez Fiuza 1987 - Porto Alegre RS - Tomie Ohtake: gravura em metal, na Galeria Tina Zappoli 1987 - Recife PE - Tomie Ohtake: gravura em metal, na Artespaço Galeria de Arte 1987 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Thomas Cohn Arte Contemporânea 1987 - Rio de Janeiro RJ - Tomie Ohtake: gravura em metal, na Galeria GB 1987 - Salvador BA - Tomie Ohtake: gravura em metal, no Escritório de Arte da Bahia 1987 - São Paulo SP - Tomie Ohtake: gravura em metal, no Monica Filgueiras Galeria de Arte 1988 - Tóquio (Japão) - Tomie Ohtake: retrospectiva, no Hara Museum of Contemporary Art 1991 - Brasília DF - Tomie Ohtake, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty 1991 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria GB 1991 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Thomas Cohn Arte Contemporânea 1991 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na GB Arte 1991 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud 1993 - Belo Horizonte MG - Tomie Ohtake: novas gravuras, na Gesto Gráfico Galeria de Arte 1993 - Brasília DF - Tomie Ohtake: novas gravuras, no Senado Federal 1993 - Campinas SP - Individual, na Galeria Croqui 1993 - Curitiba PR - Tomie Ohtake: novas gravuras, na Simões de Assis Galeria de Arte 1993 - Fortaleza CE - Tomie Ohtake: novas gravuras, no Caesar Park Hotel 1993 - Goiânia GO - Tomie Ohtake: novas gravuras, na Pinacoteca Galeria de Arte 1993 - Porto Alegre RS - Tomie Ohtake: novas gravuras, na Galeria Tina Zappoli 1993 - Recife PE - Tomie Ohtake: novas gravuras, na Artespaço Galeria de Arte 1993 - Rio de Janeiro RJ - Tomie Ohtake: novas pinturas, no MAM/RJ 1993 - Salvador BA - Tomie Ohtake: novas gravuras, na Escritório de Arte da Bahia 1993 - Ribeirão Preto SP - Tomie Ohtake: novas gravuras, na Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi 1993 - São Paulo SP - Tomie Ohtake: novas gravuras, na Monica Filgueiras Galeria de Arte 1994 - Londres (Inglaterra) - Tomie Ohtake: new paintings, na Barbican Art Gallery 1994 - Miami (Estados Unidos) - Individual, no Bass Museum of Art 1995 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, no American Society 1995 - Washington (Estados Unidos) - Individual, no Art Museum of the Americas - Organization of American States 1997 - Guayaqui (Equador) - Individual, no Museu Antropológico do Banco do Pacífico 1997 - Quito (Equador) - Individual, na Fundación Guayasamin 1999 - Rio de Janeiro RJ - Gravuras de Tomie Ohtake, no Instituto Cultural Villa Maurina 2000 - Rio de Janeiro RJ - Tomie Ohtake: retrospectiva, no CCBB 2001 - São Paulo SP - Individual, no Instituto Tomie Ohtake 2002 - São Paulo SP - Antes da Obra Pública, no Instituto Tomie Ohtake 2003 - São Paulo SP - Individual, no Instituto Tomie Ohtake 2004 - São Paulo SP - Individual, no Espaço Cultural BM&F 2004 - São Paulo SP - Tomie Ohtake na Visão de Miguel Chaia, no Instituto Tomie Ohtake 2005 - São Paulo SP - A Colheita da Cor, na Galeria Nara Roesler 2005 - São Paulo SP - A Forma Circular em Tomie Ohtake, no Instituto Tomie Ohtake 2006 - São Paulo SP - Tomie Gráfica, no Instituto Tomie Ohtake 2006 - São Paulo SP - Tomie Ohtake: aproximações geométricas, no Instituto Tomie Ohtake 2006 - Brasília DF - Tomie Ohtake: esculturas, no Centro Cultural Banco do Brasil 2008 - Recife PE - Colheita da Cor, na Galeria Mariana Moura 2008 - Ribeirão Preto SP - Individual, na Galeria de Arte Marcelo Guarnieri 2009 - Salvador BA - Individual, na Paulo Darzé Galeria de Arte 2010 - São Paulo SP - Tomie Ohtake: pinturas novas, no Instituto Tomie Ohtake 2010 - Ribeirão Preto SP - Individual, na Galeria de Arte Marcelo Guarnieri 2011 - São Paulo SP - Tomie Ohtake: pinturas cegas, no Instituto Tomie Ohtake 2011 - Fortaleza CE - Individual, na Galeria Multiarte 2013 - São Paulo SP - Pintura e Pureza,na Galeria Nara Roesler
Exposições Coletivas
1952 - São Paulo SP - 2º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia 1953 - São Paulo SP - 2º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos - menção honrosa 1954 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia 1955 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia 1956 - São Paulo SP - 5º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia 1957 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Arte Moderna 1957 - São Paulo SP - 6º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - medalha de bronze 1957 - São Paulo SP - Doze Pintores Abstratos, no MAM/SP 1958 - Buenos Aires (Argentina) - 9 Artistas de San Pablo, na Galeria Antígona 1958 - São Paulo SP - 4ª Exposição do Grupo Guanabara, na ACM 1958 - São Paulo SP - 4º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, no Cine Niterói - prêmio aquisição 1958 - São Paulo SP - 7º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia 1959 - São Paulo SP - 5ª Exposição do Grupo Guanabara, na ACM 1959 - São Paulo SP - 8ª Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - pequena medalha de ouro 1959 - São Paulo SP - Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, na Galeria de Arte das Folhas - menção honrosa 1959 - São Paulo SP - Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, na Sociedade Paulista de Cultura Japonesa 1960 - Rio de Janeiro RJ - 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ 1960 - São Paulo SP - 6º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, na Sociedade Paulista de Cultura Japonesa - pequena medalha de ouro 1960 - São Paulo SP - 9º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia 1960 - São Paulo SP - Contribuição da Mulher às Artes Plásticas no País, no MAM/SP 1960 - São Paulo SP - Mostra Probel, no MAM/SP - 1º prêmio 1961 - Belo Horizonte MG - 16º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte, no MAP 1961 - Curitiba PR - 2º Salão de Arte Moderna do Paraná - grande prêmio 1961 - Rio de Janeiro RJ - 1º O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana 1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP 1961 - São Paulo SP - Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos 1962 - Curitiba PR - 3º Salão do Paraná, na Biblioteca Pública do Paraná - prêmio aquisição 1962 - Rio de Janeiro RJ - 11º Salão Nacional de Arte Moderna 1962 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - grande medalha de ouro 1962 - São Paulo SP - Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos 1963 - Bruxelas (Bélgica) - Brazilian Art Today 1963 - Londres (Inglaterra) - Brazilian Art Today, no Royal College of Art 1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1963 - São Paulo SP - 7º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa 1963 - Viena (Áustria) - Brazilian Art Today, no Angewandt Kunst 1964 - Córdoba (Argentina) - 2ª Bienal Americana de Arte 1964 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Pequeno Tamanho, na Galeria Bonino 1964 - São Paulo SP - 13º Salão Paulista de Arte Moderna 1964 - São Paulo SP - 8º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa 1964 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria NT 1965 - Belo Horizonte MG - 21º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte, no MAP 1965 - Brasília DF - 2º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal - Prêmio Nacional de Pintura 1965 - Cali (Colômbia) - 1º Salão Pan-Americano de Pintura 1965 - Londres (Inglaterra) - Brazilian Art Today, na Royal Academy of Arts 1965 - Rio de Janeiro RJ - 3º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ 1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Prêmio Aquisição do Itamaraty 1965 - São Paulo SP - 9º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa 1965 - Washington (Estados Unidos) - Exposição do Grupo Seibi, na Pan American Union Gallery 1965 - Oakland (Estados Unidos) - Exposição do Grupo Seibi, no Pan American Union Gallery 1965 - Tóquio (Japão) - Exposição do Grupo Seibi 1965 - Tóquio (Japão) - Nippo-Brazilian Paintings Today 1965 - Viena (Áustria) - Brazilian Art Today, no Museum für Angewandte Kunst 1966 - Belo Horizonte MG - 21º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte, no MAP - 1º prêmio 1966 - Bonn (Alemanha) - Brazilian Art Today, no Beethonvenhalle 1966 - Brasília DF - 3º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal 1966 - Lima (Peru) - 1º Festival Americano de Pintura 1966 - Manágua (Nicarágua) - Exposição Comemorativa ao Centenário de Ruben Dario 1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas - prêmio aquisição 1966 - São Paulo SP - 10º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, na Sociedade Paulista de Cultura Japonesa 1966 - São Paulo SP - Artistas Nipo-Brasileiros, no MAC/USP 1966 - São Paulo SP - Três Premissas, no MAB/Faap 1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Prêmio Itamaraty 1968 - América Latina - Aspectos da Pintura Brasileira - organizada pelo Itamaraty 1968 - São Paulo SP - 12º Salão do Grupo Seibi de Aristas Plásticos, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa - grande medalha de ouro 1969 - Curitiba PR - 10º Salão de Arte Moderna do Paraná - 2º prêmio em gravura 1969 - Curitiba PR - 26º Salão Paranaense, na Federação das Indústrias do Estado do Paraná 1969 - Dinamarca, Suécia e Finlândia - Art Latin American 1969 - Jundiaí SP - Salão de Arte de Jundiaí - 1º prêmio em gravura 1969 - Porto Alegre RS - Wakabayashi, Manabu Mabe, Tomie Ohtake e Fukushima 1969 - São Paulo SP - 19 Artistas Nipo-Brasileiros, no MAC/USP 1969 - São Paulo SP - 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1970 - Medellín (Colômbia) - 2ª Bienal de Arte de Medellín, no Museu de Antioquia 1970 - Milão (Itália) - Arte Braziliana Contemporânea, no Consulado do Brasil 1970 - Rio de Janeiro RJ - 8º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ 1970 - Rio de Janeiro RJ - Arte Contemporânea Brasileira, no Banco de Boston - 1º prêmio 1970 - São Paulo SP - 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1970 - São Paulo SP - Antonio Henrique Amaral, Odetto Guersoni, Tomie Ohtake, Pedro Tort, Gerda Brentani, na Galeria Alberto Bonfiglioli 1970 - São Paulo SP - Pinacoteca do Estado de São Paulo 1970, na Pinacoteca do Estado 1971 - Curitiba PR - 28º Salão Paranaense, na Biblioteca Pública do Paraná 1971 - Rio de Janeiro RJ - Japan Art Festival, no MAM/RJ 1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio 1972 - Veneza (Itália) - 36ª Bienal de Veneza 1973 - Belo Horizonte MG - 5º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte, no MAP 1973 - Kyoto (Japão) - Japanese Artists in America, no National Museum of Kyoto 1973 - São Paulo SP - 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1973 - Tóquio (Japão) - Japanese Artists in America, no The Tokyo Museum 1973 - Washington (Estados Unidos) - Art Gallery of the Brazilian, no Brazilian-American Cultural Institute 1974 - Cagnes-sur-Mer (França) - Festival Internacional de Pintura 1974 - Kyoto (Japão) - International Biennial Exhibition of Prints, no Museu de Arte Moderna 1974 - Rio de Janeiro RJ - Acervo de Arte Brasileira do Museu de Ontário-Canadá, no MAM/RJ 1974 - São Paulo SP - Acervo de Arte Brasileira do Museu de Ontário-Canadá, no MAM/SP 1974 - Tóquio (Japão) - International Biennial Exhibition of Prints, no Museu de Arte Moderna 1975 - Birmingham (Estados Unidos) - Exposição da Pintura Brasileira, no Birmingham Museum of Art 1975 - Montevidéu (Uruguai) - 2ª Bienal do Uruguai 1975 - Penápolis SP - 1º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis 1975 - São Paulo SP - 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1976 - Bahia Blanca (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, no Museu de Belas Artes de Bahia Blanca 1976 - Belo Horizonte MG - Arte Não-Figurativa Hoje, no Palácio das Artes 1976 - Buenos Aires (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, no CAYC 1976 - Campinas SP - 10º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC 1976 - Penápolis SP - 2º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis 1976 - São Paulo SP - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1976 - São Paulo SP - Arte Brasileira: figuras e movimentos, na Galeria Arte Global 1977 - Atami (Japão) - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1977 - Kyoto (Japão) - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1977 - Rio de Janeiro RJ - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1977 - Tóquio (Japão) - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1977 - Madri (Espanha) - Arte Actual de Iberoamerica, no Instituto de Cultura Hispânica 1977 - São Paulo SP - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1977 - São Paulo SP - Antonio Henrique Amaral, Claudio Tozzi e Tomie Ohtake, na Galeria Alberto Bonfiglioli 1978 - Penápolis SP - 3º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis 1978 - São Paulo SP - 3 Gerações de Artistas Nipo-Brasileiros, na Galeria Arte Global 1978 - São Paulo SP - As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall 1979 - Buenos Aires (Argentina) - 1ª Trienal Latinoamericana del Grabado, nas Salas Nacionales de Exposición 1979 - Mendonza (Argentina) - 1ª Trienal Latinoamericana del Grabado, no Museo de Arte Moderno 1979 - Rio de Janeiro RJ - Escultores Brasileiros, na Galeria Aktuel 1979 - São Paulo SP - 11º Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - 1º prêmio em pintura 1980 - Belo Horizonte MG - Destaque Hilton de Pintura, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes 1980 - Brasília DF - Destaque Hilton de Pintura, na Fundação Cultural do Distrito Federal 1980 - Curitiba PR - Destaque Hilton de Pintura, no Teatro Guaíra 1980 - Penápolis SP - 4º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis 1980 - Porto Alegre RS - Destaque Hilton de Pintura, no Margs 1980 - Rio de Janeiro RJ - Destaque Hilton de Pintura, no MAM/RJ 1980 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici 1980 - São Paulo SP - Coletiva de Inauguração, na Galeria Grossmann 1980 - São Paulo SP - Mestres do Abstracionismo Lírico no Brasil, na Galeria Eugénie Villien 1981 - Guarujá SP - 4 Pintores, no Hotel Jequitimar 1981 - La Paz (Bolívia) - 3ª Bienal de La Paz 1981 - Medellín (Colômbia) - 4ª Bienal de Medellín, no Museo de Antioquia 1981 - Osaka (Japão) - Exposição Latino-Americana de Arte Contemporânea Brasil/Japão, no National Museum of Art 1981 - São Paulo SP - Arcangelo Ianelli, Tomie Ohtake e Cláudio Tozzi, na Grifo Galeria de Arte 1981 - São Paulo SP - Arte Transcendente, no MAM/SP) 1981 - São Paulo SP - Artistas Contemporâneos Brasileiros, na Galeria de Arte São Paulo 1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão 1982 - Londres (Inglaterra) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery 1982 - Nova York (Estados Unidos) - Women Artists of the America, no The Center for Inter-American Relations 1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis 1983 - Atami (Japão) - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1983 - Kyoto (Japão) - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1983 - Rio de Janeiro RJ - 4 Escultores Pintores, 4 Pintores Escultores, na Galeria Aktuel 1983 - Rio de Janeiro RJ - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no MNBA 1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira: Pinturas, no MAM/SP 1983 - São Paulo SP - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Masp 1983 - São Paulo SP - Arte na Rua 1983 - São Paulo SP - Projeto Releitura, na Pinacoteca do Estado 1983 - Tóquio (Japão) - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1984 - Buenos Aires (Argentina) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro 1984 - Haia (Holanda) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro 1984 - Havana (Cuba) - 1ª Bienal de Havana, no Museo Nacional de Bellas Artes 1984 - Lisboa (Portugal) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro 1984 - Londres (Inglaterra) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro 1984 - Madri (Espanha) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro 1984 - Milão (Itália) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro 1984 - Nova York (Estados Unidos) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro 1984 - Paris (França) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro 1984 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobrás 1984 - Roma (Itália) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro 1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato na arte brasileira, no MAM/SP 1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal 1984 - São Paulo SP - Grandes Mestres do Abstracionismo Brasileiro, no MAM 1984 - Washington (Estados Unidos) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro 1985 - Atami (Japão) - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1985 - Brasília DF - Pintura Brasileira Atuante, na Fundação Cultural do Distrito Federal 1985 - Curitiba PR - Quatro Mestres: quatro, na Simões de Assis Galeria de Arte 1985 - Kyoto (Japão) - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1985 - Rio de Janeiro RJ - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Brasil-Japão 1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ 1985 - Rio de Janeiro RJ - Encontros, na Petite Galerie 1985 - Rio de Janeiro RJ - Seis Décadas de Arte Moderna. Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial 1985 - São Paulo SP - 100 Obras Itaú, no Masp 1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1985 - São Paulo SP - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Brasil-Japão 1985 - São Paulo SP - Artistas Japoneses na Coleção do MAC, no MAC/USP 1985 - São Paulo SP - Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP 1985 - São Paulo SP - Sete Artistas, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud 1985 - Tóquio (Japão) - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1986 - Buenos Aires (Argentina) - 1ª Bienal Latino Americana de Arte sobre Papel, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires - itinerante 1986 - Fortaleza CE - Imagine: o planeta saúda o cometa, na Arte Galeria 1986 - Havana (Cuba) - 2ª Bienal de Havana 1986 - São Paulo SP - 17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1986 - São Paulo SP - Coletiva, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud 1986 - São Paulo SP - Coletiva, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud 1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris 1987 - Rio de Janeiro RJ - Abstracionismo Geométrico e Informal: aspectos da vanguarda brasileira dos anos 50, na Funarte 1987 - Rio de Janeiro RJ - Algumas Mulheres, na Galeria de Arte Ipanema 1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ 1987 - São Paulo SP - 13 Tapetes Ocidentais, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte 1987 - São Paulo SP - 20ª Exposição de Arte Contemporânea, no Chapel Art Show 1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no Sesc 1987 - São Paulo SP - Tapetes Orientais, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte 1988 - Belém PA - Herança do Japão: aspectos das artes visuais nipo-brasileiras, na Fundação Romulo Maiorana 1988 - Brasília DF - Herança do Japão: aspectos das artes visuais nipo-brasileiras 1988 - Copenhague (Dinamarca) - Arte Brasileira Contemporânea, no Museu Charlottenburg 1988 - Curitiba PR - Herança do Japão: aspectos das artes visuais nipo-brasileiras, no MAC/PR 1988 - Manaus AM - Herança do Japão: aspectos das artes visuais nipo-brasileiras, no Pinacoteca do Estado 1988 - Porto Alegre RS - Herança do Japão: aspectos das artes visuais nipo-brasileiras, no Margs 1988 - Recife PE - Herança do Japão: aspectos das artes visuais nipo-brasileiras, no Fundação Joaquim Nabuco. Instituto de Cultura 1988 - São Paulo SP - 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Fundação Mokiti Okada M.O.A. 1988 - São Paulo SP - 21º Chapel Art Show, na Chapel Art Show 1988 - São Paulo SP - 80 Anos da Imigração Japonesa no Brasil, no Masp 1988 - São Paulo SP - Herança do Japão: aspectos das artes visuais nipo-brasileiras, no MAB/Faap 1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP 1988 - São Paulo SP - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc 1988 - São Paulo SP - Vida e Arte dos Japoneses no Brasil, no Masp 1989 - Copenhague (Dinamarca) - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg 1989 - Fortaleza CE - Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX nas Coleções Cearenses: pinturas e desenhos, no Espaço Cultural da Unifor 1989 - Lisboa (Portugal) - Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna 1989 - Rio de Janeiro RJ - Herança do Japão: aspectos das artes visuais nipo-brasileiras, no MNBA 1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1989 - São Paulo SP - 20º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1989 - São Paulo SP - Acervo Galeria de Arte São Paulo, na Galeria de Arte São Paulo 1989 - São Paulo SP - Pintura Brasil Século XIX e XX: obras do acervo do Banco Itaú, na Itaugaleria 1990 - Atami (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea 1990 - Brasília DF - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea 1990 - Brasília DF - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira, na Itaugaleria 1990 - Curitiba PR - 1ª Bienal Brasileira de Design 1990 - Goiânia GO - 20 Anos do Museu de Arte de Goiânia, no Museu de Arte 1990 - Kyoto (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea 1990 - Rio de Janeiro RJ - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea 1990 - São Paulo SP - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão 1990 - São Paulo SP - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira, na Itaugaleria 1990 - Sapporo (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea 1990 - Tóquio (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea 1991 - Belo Horizonte MG - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira 1991 - Santos SP - 3ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão 1991 - São Paulo SP - Abstracionismo Geométrico e Informal: aspectos da vanguarda brasileira dos anos 50, na Pinacoteca do Estado 1992 - Americana SP - Mostra de Reinauguração do Museu de Arte Contemporânea de Americana, no MAC/Americana 1992 - Araraquara SP - Coletiva, na Casa do Médico 1992 - Poços de Caldas MG - Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa de Cultural de Poços de Caldas 1992 - Rio de Janeiro RJ - 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial 1992 - Rio de Janeiro RJ - Eco Art, no MAM/RJ 1992 - São Paulo SP - 7º Salão Brasileiro de Arte, na Fundação Mokiti Okada 1992 - São Paulo SP - Branco Dominante, Galeria de Arte São Paulo 1993 - Belém PA - 2º Salão Paraense de Arte Contemporânea 1993 - Brasília DF - Triângulo: Athos Bulcão, Rubem Valentim, Tomie Ohtake, no Espaço Cultural 508 Sul 1993 - Campinas SP - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira 1993 - Fortaleza CE - 23 Anos, na Galeria Ignez Fiuza 1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA 1993 - Rio de Janeiro RJ - Paixão do Olhar, no MAM/RJ 1993 - São Paulo SP - 23º Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1993 - São Paulo SP - Aviação e Arte, no Espaço Cultural do Aeroporto de Congonhas 1993 - São Paulo SP - Eram Brasileiros os que Ficaram, na Pinacoteca do Estado 1993 - São Paulo SP - Exposição Luso-Nipo-Brasileira, no MAB/Faap 1993 - São Paulo SP - Portugal-Japão: mares navegados, no MAB-FAAP 1994 - Porto Alegre RS - 1994, na Galeria Tina Zappoli 1994 - São Paulo SP - Arte Moderna Brasileira: uma seleção da Coleção Roberto Marinho, no Masp 1994 - São Paulo SP - Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no MAC/USP 1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal 1994 - São Paulo SP - Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi 1995 - Lausanne (Suíça) - Rio: mistérios e fronteiras, no Musée de Pully 1995 - Niigata (Japão) - Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no The Niigata Prefectual Museum of Modern Art 1995 - São Paulo SP - 1ª United Artists, na Casa das Rosas 1995 - São Paulo SP - Projeto Contato, na Galeria Sesc Paulista 1995 - Tokushima (Japão) - Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no Centro Cultural de Tokushima 1996 - Barra Mansa RJ - 12 Nomes da Pintura Brasileira, no Centro Universitário de Barra Mansa 1996 - Cuenca (Equador) - 5ª Bienal Internacional de Cuenca 1996 - Gifu (Japão) - Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no The Museum of Fine Art Gifu 1996 - Rio de Janeiro RJ - Rio: mistérios e fronteiras, no MAM/RJ 1996 - São Paulo SP - 23ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP 1996 - São Paulo SP - Bandeiras, no Galeria de Arte do Sesi 1996 - São Paulo SP - Ex Libris/Home Page, no Paço das Artes 1996 - São Paulo SP - Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no Masp 1996 - São Paulo SP - Figura e Paisagem no Acervo do MAM: homenagem a Volpi, no MAM/SP 1996 - São Paulo SP - Mulheres Artistas no Acervo do MAC, no MAC/USP 1996 - São Paulo SP - Mostra do Acervo, na Sudameris Galleria 1996 - Tóquio (Japão) - Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no Azabu Art Museum 1997 - Jacareí SP - Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, na Oficina de Artes Santa Helena 1997 - Porto Alegre RS - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 1997 - Porto Alegre RS - Exposição Paralela, no Museu da Caixa Econômica Federal 1997 - São Paulo SP - Arte Suporte Computador, na Casa das Rosas 1997 - São Paulo SP - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 1998 - Belo Horizonte MG - Mostra Internacional Itinerante Japão-Brasil, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes 1998 - Curitiba PR - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 1998 - Ipatinga MG - Mostra Internacional Itinerante Japão-Brasil 1998 - Rio de Janeiro RJ - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1998 - São Paulo SP - Afinidades Eletivas I: o olhar do colecionador, no Casa das Rosas 1998 - São Paulo SP - Grupo Seibi, na Jo Slaviero Galeria de Arte 1998 - São Paulo SP - Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista 1998 - São Paulo SP - Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: matrizes e gravuras, na Galeria de Arte do Sesi 1998 - São Paulo SP - São Paulo: visão dos nipo-brasileiros, no Museu Lasar Segall 1998 - São Paulo SP - Traços e Formas, na Jo Slaviero Galeria de Arte 1999 - Brasília DF - Mostra Internacional Itinerante Japão-Brasil, no Ministério das Relações Exteriores 1999 - Salvador BA - 60 Anos de Arte Brasileira, no Espaço Cultural da Caixa Econômica Federal 1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural 1999 - São Paulo SP - Mostra Internacional Itinerante Japão-Brasil, no Masp 2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão 2000 - Porto Alegre RS - Francisco Stockinger e Tomie Ohtake, na Garagem de Arte 2000 - Rio de Janeiro RJ - O Bardi dos Artistas, no Espaço Cultural dos Correios 2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal 2000 - São Paulo SP - Coletiva Sociarte, no Clube Atlético Monte Líbano. Espaço Cultural 2000 - São Paulo SP - O Bardi dos Artistas, no Memorial da América Latina. Galeria Marta Traba 2000 - São Paulo SP - O Lápis e o Papel, na Galeria Nara Roesler 2001 - Barra Mansa RJ - O Olhar Hedonista, na UBM 2001 - Brasília DF - Coleções do Brasil, no CCBB 2001 - São Paulo SP - 4 Décadas, na Nova André Galeria 2001 - São Paulo SP - Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB/Faap 2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural 2002 - Belém PA - 21º Salão Arte Pará, no Museu do Estado do Pará 2002 - Fortaleza CE - Ceará Redescobre o Brasil, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura 2002 - Passo Fundo RS - Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu de Artes Visuais Ruth Schneider 2002 - Porto Alegre RS - Desenhos, Gravuras, Esculturas e Aquarelas, na Garagem de Arte 2002 - Porto Alegre RS - Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu do Trabalho 2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB 2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial 2002 - São Paulo SP - 28 (+) Pintura, no Espaço Virgílio 2002 - São Paulo SP - Além da Tela, na Nova André Galeria 2002 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB 2002 - São Paulo SP - Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, na Pinacoteca do Estado 2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake 2002 - São Paulo SP - Tesouros da Caixa: mostra do acervo artístico da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 2003 - São Paulo SP - 32º Salão Bunkyo, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistencia Social 2003 - Brasília DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB 2003 - Rio de Janeiro RJ - Ordem x Liberdade, no MAM/RJ 2003 - Rio de Janeiro RJ - Tesouros da Caixa: arte moderna brasileira no acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 2003 - São Paulo SP - Coleção Lauro Eduardo Soutello Alves no Acervo do MAM, no MAM/SP 2003 - São Paulo SP - Israel e Palestina: dois estados para dois povos, no Sesc Pompéia 2004 - Campinas SP - Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, no Espaço Cultural CPFL 2004 - Curitiba PR - A Poética da Forma, no Museu Oscar Niemeyer 2004 - Rio de Janeiro RJ - O Século de um Brasileiro: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial 2004 - Rio de Janeiro RJ - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no MNBA 2004 - São Paulo SP - 90 Anos de Tomie Ohtake, no MNBA 2004 - São Paulo SP - As Bienais: um olhar sobre a produção brasileira 1951/2002, na Galeria Bergamin 2004 - São Paulo SP - Abstração como Linguagem: perfil de um acervo, na Pinakotheke 2004 - São Paulo SP - Brasileiro, Brasileiros, no Museu Afro-Brasil 2004 - São Paulo SP - Coletiva de Artistas Contemporâneos, no Esporte Clube Sírio 2004 - São Paulo SP - Gesto e Expressão: o abstracionismo informal nas coleções JP Morgan Chase e MAM, no MAM/SP 2004 - São Paulo SP - Mulheres Pintoras, no Pinacoteca do Estado 2005 - Belém PA - 24º Salão Arte Pará, na Fundação Romulo Maiorana 2005 - Curitiba PR - Arte em Metrópolis, no Museu Oscar Niemeyer 2005 - Fortaleza CE - Arte Brasileira: nas coleções públicas e privadas do Ceará, no Espaço Cultural Unifor 2005 - Niterói RJ - A Poética da Forma, no MAC/Niterói 2005 - Porto Alegre RS - A Reunião, na Galeria Tina Zappoli 2005 - Rio de Janeiro RJ - Obras-primas da Arte Brasileira, no Centro de Exposições do Rio Design Barra 2005 - São Paulo SP - 100 Anos da Pinacoteca: a formação de um acervo, na Galeria de Arte do Sesi 2005 - São Paulo SP - Arte em Metrópolis, no Instituto Tomie Ohtake 2005 - São Paulo SP - O Século de um Brasileiro: Coleção Roberto Marinho, no MAM/SP 2005 - São Paulo SP - Nave dos Insensatos, no MAC/USP 2005 - São Paulo SP - 33º Salão Bunkyo, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistencia Social 2006 - Belém PA - Traços e Transições da Arte Contemporânea Brasileira, no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas 2006 - Caxias do Sul RS - Gravura em Metal: matéria e conceito no ateliê Iberê Camargo, no Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho 2006 - Florianópolis SC - Traços do Acervo Caixa, no Museu de Arte de Santa Catarina 2006 - Recife PE - Arte Moderna em Contexto: coleção ABN AMRO Real, no Instituto Cultural Banco Real 2006 - Rio de Janeiro RJ - Arte Moderna em Contexto: coleção ABN AMRO Real, no Museu de Arte Moderna 2006 - São Paulo SP - Arte Moderna em Contexto: coleção ABN AMRO Real, no Banco Santander 2006 - São Paulo SP - Brasiliana Masp: moderna contemporânea, no Museu de Arte de São Paulo 2006 - São Paulo SP - Clube de Gravura: 20 anos, no Museu de Arte Moderna 2006 - São Paulo SP - MAM na Oca, na Oca 2006 - São Paulo SP - Manobras Radicais, no Centro Cultural Banco do Brasil 2006 - São Paulo SP - Paralela 2006, no Pavilhão dos Estados 2006 - São Paulo SP - Pincelada - Pintura e Método: projeções da década de 50, no Instituto Tomie Ohtake 2006 - São Paulo SP - Viva Cultura Viva do Povo Brasileiro, no Museu Afro Brasil 2007 - Curitiba PR - Arte no Espaço e no Tempo, no Museu Oscar Niemeyer 2007 - Curitiba PR - Oscar Niemeyer: arquiteto, brasileiro, cidadão, no Museu Oscar Niemeyer 2007 - Niterói RJ - Oscar Niemeyer: arquiteto, brasileiro, cidadão, no MAC-Niterói 2007 - São Paulo SP - Itaú Contemporâneo: arte no Brasil 1981-2006, no Itaú Cultural 2007 - São Paulo SP - Mulheres Artistas, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo 2008 - Curitiba PR - Cor e Forma, na Simões de Assis Galeria de Arte 2008 - Porto Alegre RS - Acervo do Margs - Expressividade na Arte Brasileira, no Museu de Artes Visuais Ruth Schneider 2008 - Rio de Janeiro RJ - Nippon - 100 Anos de Integração Brasil-Japão, no Centro Cultural Banco do Brasil 2008 - São Paulo SP - Arte Brasil-Japão, no MAC/USP 2008 - São Paulo SP - Arte Pela Amazônia: arte e atitude, na Fundação Bienal 2008 - São Paulo SP - Nipo-brasileiros no Acervo da Pinacoteca, na Pinacoteca do Estado 2008 - São Paulo SP - Nipo-Brasileiros no Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, na Pinacoteca do Estado 2008 - São Paulo SP - Panorama dos Panoramas, no Museu de Arte Moderna 2008 - São Paulo SP - Quando Vidas se Tornam Forma: diálogo com o futuro Brasil-Japão, no Museu de Arte Moderna 2009 - São Paulo SP - Branco & Preto, na Galeria Daslu 2009 - São Paulo SP - 40º Chapel Art Show, na Escola Maria Imaculada - Chapel School 2009 - São Paulo SP - Memorial Revisitado: 20 anos, na Galeria Marta Traba 2009 - São Paulo SP - Modernos de Sempre, na Dan Galeria 2009 - São Paulo SP - Olhar da Crítica: Arte Premiada da ABCA e o Acervo Artístico dos Palácios, no Palácio dos Bandeirantes 2009 - São Paulo SP - Tesouros da Coleção Roberto Marinho, no Espaço Cultural BM&FBovespa 2010 - São Paulo SP - 41º Chapel Art Show, na Escola Maria Imaculada - Chapel School 2010 - São Paulo SP - 6ª sp-arte, na Fundação Bienal 2011 - Belo Horizonte MG - 1911-2011: Arte Brasileira e Depois na Coleção Itaú na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes 2011 - Brasília DF - Mulheres, Artistas e Brasileiras, no Palácio do Planalto 2011 - São Paulo SP - Modernismos no Brasil, no MAC/USP 2011 - São Paulo SP - 7ª sp-arte, na Fundação Bienal 2012 - Brasília DF - Geometria da Transformação: Arte Construtiva Brasileira na Coleção Fadel, no Museu Nacional do Conjunto Cultural da Republica 2012 - Goiânia GO - Obras Sobre Papel, no Museu de Arte de Goiânia 2013 - Campinas SP - 100 anos de Arte Paulista no Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, na Galeria de Arte da CPFL Cultura Notas 1 Citado em Ohtake, Tomie; ARRUDA, Vitoria (Coord.). Exposição retrospectiva Tomie Ohtake. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 2000, p. 65.
Fonte: Itaú Cultural